PERCEPÇÕES SOBRE O PROGRAMA NACIONAL DE FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR (PRONAF): UMA ANÁLISE MULTIDIMENSIONAL

Autores

  • Kelmara Mendes Vieira Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
  • Monize Sâmara Visentini Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Solei Rejane Lenz Universidade Federal da Fronteira Sul

Palavras-chave:

Qualidade de Vida, Trabalhadores Rurais, Política Pública

Resumo

Este artigo analisa o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) sob uma perspectiva multidimensional, considerando a percepção dos beneficiários quanto as suas condições de habitação e saúde e às características do financiamento adquirido. Adicionalmente, busca-se mensurar como as dimensões habitacional, educacional, financeira e de saúde afetam a percepção de qualidade de vida. Utilizou-se uma survey presencial com 263 beneficiários de vinte e cinco municípios do estado do Rio Grande do Sul e técnicas de estatística descritiva e regressão logística. Os recursos do financiamento têm permitido também a aquisição de equipamentos, máquinas e insumos e o aumento da produção. A qualidade de vida é considerada pela maioria dos entrevistados como boa ou muito boa. A percepção de saúde é a dimensão mais significativa, indicando satisfação dos entrevistados com a sua saúde e melhoras no acesso à saúde pública. Entretanto, desafios ainda se apresentam nas áreas de finanças e educacional. Conclui-se que, para a região estudada e do ponto de vista do beneficiário, o Programa tem sido bastante positivo e proporcionado melhorias importantes na propriedade e nas condições de qualidade de vida, principalmente na saúde e moradia dos agricultores.

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Publicado

2021-10-22

Como Citar

VIEIRA, K. M.; VISENTINI, M. S.; LENZ, S. R. PERCEPÇÕES SOBRE O PROGRAMA NACIONAL DE FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR (PRONAF): UMA ANÁLISE MULTIDIMENSIONAL. Organizações Rurais & Agroindustriais, [S. l.], v. 23, p. e1790, 2021. Disponível em: http://www.revista.dae.ufla.br/index.php/ora/article/view/1790. Acesso em: 27 jan. 2022.

Edição

Seção

Agricultura familiar, políticas públicas e desenvolvimento